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Mostrando postagens de outubro, 2017

Aula 14 - 23/10/2017

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        Enfim chegou o momento de cada um declamar o poema que havia escolhido. Olha, como já falei na aula passada, confesso que não me agrada tanto a ideia de declamar poemas, simplesmente não acho muito interessante, questão de gosto mesmo. Isto posto, não gostei muito da minha declamação, pois, na verdade, apenas li... realmente não gosto da ideia de "atuar", entendem? Desculpem-me. Entretanto, algumas pessoas declamaram muito bem, com destaque para o famoso Cafuné, digo, Predador, digo, Rafael . Aí manja, viu? Ator nato, ele nos deu um show na declamação do poema e também no momento em que leu a crônica que tinha feito. Muito criativo! "Fi" da peste.           A aula se resumiu basicamente nisso, pois cada um declamou seu poema e conversamos um pouco sobre isso e sobre algumas coisas da narrativa digital que temos que fazer. Diga-se de passagem, trabalhei bastante nisso hoje (sábado, dia 28/10/2017)! Até então não tinha ideia do que ...

Aula 13 - 16/10/2017

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        Nesta aula nós fizemos uma roda de conversa para que cada um de nós apresentasse os livros que estamos lendo para fazer a resenha crítica que será parte da nota da AB2. Decidi reler um livro que li no começo do ano chamado "Anjos da Morte", que faz parte da trilogia "Filhos do Éden" do autor Eduardo Spohr; apesar de se tratar de uma trilogia o livro pode ser livro independentemente dos outros, pois trata da história de uma das personagens principais da série num passado em relação aos outros dois livros, porém deixarei os detalhes para a resenha que já comecei a fazer a medida que releio o livro, que é dividido em três grandes partes.            Além disso foi ótimo ter a oportunidade de conhecer algumas obras e autores, pois não sou muito familiarizado com a literatura brasileira contemporânea, apenas conhecia o Eduardo Spohr. Um dos livros que me interessou foi "O cheiro do ralo", de Lourenço Mutarelli, pois já assisti o fil...

Aula 12 - 9/10/2017

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          A aula de hoje foi bem curta; lemos algumas crônicas que falam sobre os pequenos prazeres do dia a dia e que, muitas vezes, acabam se perdendo devido às nossas responsabilidades diárias ou mesmo por nos importarmos apenas com os "grandes sonhos", o que faz com que perdamos nossa capacidade de apreciar as simples, porém tão boas, coisas dos nossos dias. Após a leitura desses textos tivemos a oportunidade de criar nossa própria crônica falando sobre os nossos pequenos prazeres, foi ótimo. Realmente estou descobrindo com essas produções algo que nunca havia me dado conta: eu gosto de escrever. Sim, gosto muito, apesar de saber que tenho muito a melhorar, mas é para isso que serve a prática! Caso você se interesse em ler minha pequena crônica, clique aqui .            No finalzinho da aula tive sensações mistas: felicidade por ter sido elogiado pela minha escrita (obrigado, professora Andréa) e tristeza pela nota da prova.....

A lasanha do almoço de domingo

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      Ora, mas o que seriam "pequenos prazeres"? Ou melhor, o que seria "pequeno"? Bom, isso é realmente algo difícil de se definir; aquilo que é pequeno e prazeroso difere de um indivíduo para outro, entretanto é possível que imaginemos certas situações para que, talvez, descubramos nossos "pequenos desejos".          Diariamente me deparo com empasses: assistir um vídeo sobre o estruturalismo linguístico ou mais um episódio da série científica "Cosmos" (Neil deGrasse Tyson, você é um homão da p...), ler um texto teórico para a aula de Literatura ou ler meus livros sobre a Evolução das espécies? Enfim, as segundas opções fazem parte da minha lista de "pequenos prazeres", que me satisfazem ainda que sejam simples, que me alegram ainda que sejam pequenas.            Aquele copo d'água gelada num dia ensolarado, a lasanha no almoço do domingo, a leitura de um bom livro na rede da minha casa, sentindo a brisa e ouvi...

A escola na minha formação como leitor e escritor

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     A escola não representa muito na minha formação como leitor, apenas como "escritor", começando pelas séries mais básicas, onde, literalmente, aprendi a escrever, até as, muitas vezes mecânicas, redações preparatórias para o vestibular.            Algo que me marcou foi em algumas aulas de religião, onde todos éramos forçados a ler textos bíblicos, escolhidos a dedo, e por minha inocência à época nunca questionei o que estava acontecendo, até mesmo porque isso também vinha da criação que tive da minha mãe, que é religiosa, porém hoje vejo o quanto isso é ruim, pois as crianças não são ensinadas a questionar, e sim a aceitar o que lhes dizem.           Felizmente sempre tive a presença da minha avó, professora Zilma, que sempre me estimulou como leitor. Sem dúvidas as obras que mais marcaram minha infância foram "A odisseia", "As fábulas de Esopo" e o "Atlas mundial", daí surgiu meu gosto por mitologia e geogr...

Aula 11 (Relatório - Bienal) - 2/10/2017

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O fazer poético – Luci Collin           É sempre muito interessante poder ter a experiência de ir à Bienal Internacional do livro de Alagoas, a situação do nosso país é grave, principalmente no quesito Educação, e poder ter um evento maravilhoso como esse aqui é sempre muito bom; é importante salientar que, apesar de o evento ser muito bom e diverso, é nítida a falta de estímulo à educação e leitura no nosso país, pois, devido ao alto valor tributário os livros saem muito caros, ao menos há alguns livros de menor expressão que são vendidos com um preço acessível, mas, ainda assim, livros de meu interesse estavam muito caros.         Tive o prazer de participar de uma mesa-redonda sobre O fazer poético, mediada pela escritora e professora Luci Collin, de Curitiba. Ultimamente tenho tido bastante contato com poesias, tanto pela minha responsabilidade de compor um poema para a aula de Leitura e Produção de Textos em Língua Portugues...

Aula 10 - 25/9/2017

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      Bom, cá estou novamente passadas algumas semanas, devido à avaliação da disciplina (que provavelmente muitas pessoas se deram mal, inclusive eu) e também à Semana de Letras, que, diga-se de passagem, foi legal, mas que, claro, ainda tem muito a melhorar, porém isso não apaga o esforço dos realizadores do evento e a ideia de mostrar um pouco mais do curso aos graduandos e de certa forma abrir nossos olhos para outras áreas que não seja a velha rivalidade Linguística X Literatura de que tanto ouvimos falar na universidade. A palestra do professor Fiorin me agradou bastante, pois tratou de um tema que sempre me interessou muito, não só sobre o papel da linguagem na vida dos seres humanos, mas também a forma diferente a qual vemos o mundo de acordo com a língua que estamos falando, isso é extraordinário! Foi ótimo também participar do mini-curso de tradução e perceber que há todo um procedimento por trás dessa técnica tão importante e isso me interessa demasiadamente. ...